sábado, 9 de outubro de 2010

Canéah Chronicles - Vol.3 - 2ª Saga



- Cercado Pelo Cerco -


Sacando da sua Knaifa Barseênse, Canéah disfere um golpe extremamente potente, este de energia de mil e quarenta e três vírgula seis arredondado à raiz quadrada da super hipotenusa do expoente da circunferência de raio quatorze na qual todos os ângulos inexistentes não fazem sequer um único ângulo no meio de uma aresta que se encontra entre dois vértices que são denominados como saliências bicudas facilmente confundidas com o órgão sexual masculino também ele denominado de pénis que faz com que toda a maravilhosa vida terrestre continue durante extensos anos a fio que passam e passam sempre ao mesmo ritmo numa velocidade frenética que vai envelhecendo por quem cá fica que vai somando inúmeros algarismos que podem ser multiplicados, divididos, subtraídos, elevados ao quadrado, elevados ao cubo e mais uma quantidade interminável de contas que sempre põem os cérebros de alguns a fumegar durante horas e que chegam à conclusão que simplesmente estiveram a poluir a atmosfera terrestre facilitando assim a destruição da camada de ozono que faz com que este planeta seja sempre bonito e crie condições onde a nossa existência seja passível de existir, que abriu uma abertura aberta no abdómen de um bichôlo mortífero que simplesmente ameaçava a inútil existência do nosso herói Barseênse, mas que acabou por se esvair em sangue e também por expelir as suas entranhas entranhadas as quais, quando caídas no chão, formaram um empastamento de pasta intestinal que se assemelhava a um riquinho paté de Bichôlo.

Canéah sentiu-se tentado a provar aquela iguaria que se encontrava empastada no solo, mas tinha dois obstáculos pela sua frente se quisesse seguir com tal acção movida pela pura gula gulosa. Primeiro, lembrou-se dos efeitos fantásticos para o trânsito intestinal que aquele fruto que ingeriu à priori lhe tinha causado, e aquela mistela poderia causar-lhe o mesmo efeito doloroso rompedor de ânus, afinal estava num lugar que desconhecia desconhecidamente por completo. Segundo, estava cercado no Cerco por centenas, quem sabe, milhares de Bichôlos que lhe iriam dificultar a prova daquela iguaria Inferniana, imaginou-se então, desesperadamente a tentar levar um pedacinho à boca enquanto era atacado, esquartejado, mutilado e brutalmente assassinado por tais criaturas selvagens que não iram resistir a prová-lo também, com um pouquinho de pimenta talvez, ninguém sabe, os hábitos alimentares dos Bichôlos são até hoje neste momento preciso desconhecidos, pois poucos relatos se ouvem de peripécias no Inferno, mais concretamente, nenhuns. Excluindo Dante, mas esse não tinha viajado até ao Inferno, quer dizer, viajar até viajou, mas foi por meio de estupefacientes e mal saiu da trip lembrou-se de escrever tudo de maneira abichanada, coisa que os Barseênses Do Obelhense E Alubiados não aprovam.

Sendo assim, o nosso mítico ancestral extremamente colossal herói, Canéah, decidiu deixar a gastronomia Infernal para outra altura, a experiência com o fruto maldito já lhe tinha dado problemas que chegassem, assim como a Eva, e então deu inicio a mais um arremesso de peso com um único objectivo, matar todos os Bichôlos e abrir passagem até ao Cerco.

Apontou a sua Knaifa Barseênse para eles, e todos eles, mas mesmo todos eles na sua forma mais colectiva de sempre, se borraram de medo, muitos defecaram de imediato só de olhar para tal arma e imaginar a sua morte, outros cometeram suicídio, não suportando sequer a ideia de morrer pelas mões de Canéah. Enfim, para os muitos poucos que sobraram, o nosso herói reservou uma espetadinha da Knaifa e, um por um, os Bichôlos foram exterminados brutalmente de maneira bruta fazendo daquele confronto um verdadeiro banho de sangue, já para não falar nos inúmeros poios que foram defecados pelos mais deprimentes e vergonhosos dos Bichôlos, criaturas fúteis e sem qualquer noção do ridículo que levam a sua vida a cabo por ordens de outrem.

Com todos aqueles seres caídos no chão, Canéah, erguendo-se heroicamente, lembra-se assim do nada, de verificar a sua equipa. O pior esperava-o, se bem que não era o pior pois ele nem se importava com aquele bando de enormes que só poderiam ser descendentes dos Malteses, até rezava para que todos estivessem mortos ou incapacitados. Mas para seu infortúnio apenas um tinha ficado sem uma perna, outra perna, um testículo, um braço, outro braço, uma orelha e sem o couro cabeludo.

O nosso herói vendo aquela cena deprimente, o expoente máximo da incapacidade humana, saca mais uma vez da sua Knaifa Barseênse e, ignorando os gritos e pedidos dos restantes panisgas, acabou com o sofrimento daquele bastardo. Talvez não tenha sido a melhor opção em termos de níveis éticos, mas ao menos, para aquele parolo foi mais confortável do que ficar ali a espernear mesmo sem ter pernas e a fazer olhinhos como pedido de ajuda milagroso para voltar a andar. Mas numa segunda análise, agora pelo lado do nosso herói, foi a melhor acção de sempre, aquele coninhas só iria abrandar o ritmo de marcha do grupo, visto que ele tinha ficado sem pernas e alguém o teria de levar às costas. Sendo assim, foi o melhor a fazer.

Levantando-se mais uma vez, e mais uma vez ignorando os seus supostos companheiros de batalha, seguiu em frente. E quando viu que nenhum deles o acompanhara e tinham ficado de joelhos feitos emos a chorar pela morte do companheiro, Canéah sacou de um arma, desta vez não tinha sido a sua Knaifa Barseênse mas sim, o último modelo de armas de longo alcance, a melhor arma de sempre, lógico que nem é preciso dizer que veio de Bársea, construída nos confins de Bársea Do Obelha E Alubiada pelos melhores ferreiros e mestres de sucata, a fantástica MT Assault FX Ultra Kill Ferreira Torres M-16,120º.

A derradeira arma de guerra Barseênse, usada apenas em casos de ultra perigo perigoso, mas para Canéah esta usava-se quando era preciso e não quando um estúpido manual o diz.

Sendo assim, empunhou a MT Assault FX Ultra Kill Ferreira Torres M-16,120º e pulverizou todos os que ficaram para trás com uma rajada de projécteis penetrantes e extremamente dolorosos caso seja alvejado por um, Canéah ria-se enquanto estes eram desfeitos em pedaços que voavam pelo ar tornando o ambiente num lugar mais agradável e deveras Infernal.

Levou o cano ao queixo e soprou para este, apenas para uma questão de estética, visto que a MT Assault FX Ultra Kill Ferreira Torres M-16,120º tem sistema de arrefecimento incluído, assim como um fantástico aquecedor para guerras em localizações geladas, bem como um recipiente para cerveja fresquinha e outro para vodka pura, para as situações climatéricas mais esfriadas. Inclui também ZON Box com todos os canais desbloqueados para máxima diversão, mp3, blu-ray, lançador de rockets, banda larga, WI-FI, um LCD com entrada HDMI para melhor optimização da imagem e um fantástico home cinema. Tudo tecnologia topo de gama guardada secretamente pelo estado nos anos 50 em Bársea Do Obelha E Albuiada, não se admirem se este equipamento esteja apenas disponível desde 2008 nos restantes países.

Depois de inspeccionar minuciosamente se cada um dos panisgas estava morto de verdade, Canéah seguiu em direcção ao Cerco para se defrontar com o seu objectivo, "Satánas".

Não seria fácil, mas tinha de ser feito, isto se quisesse voltar a ver a sua querida terrinha de volta.

Mentalizando isto na sua cabecinha, este, começou a correr feito um desalmado sem parar para que pudesse concluir a sua missão o mais rápido possível. Atravessou um campo de minas, saltitando para aqui e para ali evitando assim qualquer tipo de explosões que pudessem desfigurar o seu rosto angelical e extremamente sensual digno de um verdadeiro, de maneira verídica, sex "symble".

Cruzou caminho com alguns homossexuais, exterminando-os de imediato com a sua MT Assault FX Ultra Kill Ferreira Torres M-16,120º, saltou por cima, em vez de ser por baixo, de um desfiladeiro profundo no qual, no seu fundo, Bichôlos aguardavam por quem tivesse a infelicidade de ali cair. Abriu caminho por vegetação infernal a qual supôs ser altamente tóxica visto que provocou nele um fantástico efeito de gases os quais só pararam quando, finalmente, depois de toda esta trabalheira enfrentando Bichôlos e outras tretas que apenas serviram para engonhar e aumentar a vossa ansiedade pelo confronto final que vos dirá o encerramento desta história tão bonita que já encantou jovens de ponta a ponta do país, e possivelmente muitos secretários (leia-se pessoas enfiadas em cubiculos o dia todo) que nada têm para fazer de útil e vêm parar por obra do destino destinado a este fantástico blog que tanto jeito faz a esta população, não só a estes trabalhadores de requinto, como a toda a juventude Tuga que irá apoiar a selecção no Mundial de... como é que era mesmo? Não me lembro, mas acho que era num terreno típico de moradores de cor negra, sem ressentimentos pessoal.

Voltando ao enredo brutal... finalmente Canéah chega ao portão do Cerco, já mais aliviado dos gases que o assombraram nos últimos dois quilómetros, os quais passou comprimido as nalgas mas isto só serviu para aumentar a potência das balas fedorentas.

Chegou-se para a porta, como um homem decide enfrentar o seu destino, e entrou. Lá dentro era tudo muito bonito cheio de florzinhas e ervinhas que serviam para temperar os cozinhados, de outras espécies também, como vocês seus seguidores da vida profana pensaram, afinal é o covil do "Satánas" ora essa. Tecidos de cor rosa decoravam a sala, assim como os cortinados do mesmo tom e as carpetes. Vários mecanismos Ambi-Pur espalhavam-se pela sala, aumentando assim, gradualmente, um leve aroma intenso a rosas silvestres acabadas de colher. A escadaria, decorada em tons de roxo levava à única porta que conseguía visualizar naquela divisão estupidamente homossexual. Canéah ficou chocado com aquela faceta Infernal do Inferno. Ponderou na ideia que, talvez, "Satánas" se tivesse enganado na hora de contratar um decorador. Poderia ser um simples equivoco, ou então, a figura que representa todo o mal do mundo, o pecado, a guerra, tudo que seja mau e maléfico era também um coisa má... era um... um... ummmm... homossexual...

Claro que tal coisa não seria aprovada pelo Conselho Barseênse portanto, naquele instante, decidiu que quando saísse dali, aquela informação morreria com ele. As pessoas não poderiam saber que a figura que mais temiam no mundo era homossexual, como poderia ser? As pessoas nunca mais iriam respeitar "Satánas" e todo o mistério em volta da religião iria acabar e a Bíblia tornar-se-ia em apenas mais um livro foleiro de ficção cientifica, pois, se nela "Satánas" é mau pa' "cagago" e simboliza tudo que é maléfico, na versão verídica não passa de mais um panisgas à face da terra, tecnicamente o Inferno fica no centro da terra, mas vocês entendem na mesma.

Libertando-se destes pensamentos sobre decisões de extrema importância, Canéah decidiu dar inicio ao que chamam em Bársea de caça aos homos. Então, subiu a escadaria roxa que era simplesmente hóóóórrivéél e atravessou a porta.

Na divisão seguinte apenas se encontravam um alçapão e um candeeiro foleiro também ele de tons rosa. Canéah debruçou-se em posição de quatro e abriu o alçapão. Deixou-se escorregar por ele e deu inicio a uma descida vertiginosa típica de uns escorregas aquáticos. O ar batia-lhe na fuça e sentia-se livre, por momentos até esquecia do que estava ali a fazer, mas rapidamente lhe voltava à cabeça. Passava por loops alucinantes enquanto o seu rabo se esfarrapava naquele escorrega demoníaco e perverso. Sentia-se observado, mas nada podia fazer naquele turbilhão atribulado escorregadio.

Finalmente este terminará e Canéah encontrava-se mais o seu "subsconsciente" numa espécie de arena, pensou para si mesmo que já deviam estar à sua espera. E assim foi, mais uma manada de Bichôlos enraivecidos que exclamavam em plenos pulmões "QUE RAIBAAAA!!!". O nosso herói ponderou até em borrar-se todo, mas achou melhor conter-se e deixar para uma altura mais apropriada.

Vendo estes animais correndo na sua direcção, Canéah activa o modo Rocket Launcher da sua MT Assault FX Ultra Kill Ferreira Torres M-16,120º e com a maior astucia do mundo, preme o gatilho enquanto faz mira nessas criaturas horrendas.

Patas, cabeças, braços, ganfias, tudo voava pelo ar num autêntico festival psicadélico de carne e sangue enquanto que combinado com as explosões dos rockets, proporcionavam um fogo de artificio mais bonito que o da Madeira nas comemorações de passagem de ano.

Mais Bichôlos vinham na sua direcção, e quantos mais vinham, mais morriam. Mas é assim mesmo a lei da Natureza, quem se mete com o Canéah sofre até dizer éah. Ou simplesmente morre. De qualquer das maneiras o nosso herói exterminou-os a todos menos a uma cria bichôla, num verdadeiro acto de compaixão, o menino de Bársea deixou esta infeliz criatura escapar da morte certa deixando assim que esta estúpida raça perdura-se neste mundo já cheio de tristeza.

Contemplando o chão cheio de cadáveres, partes mutiladas e sangue, muito sangue. Canéah sentiu-se como se observa-se a obra de arte mais bonita do planeta, fazia-o lembrar o cara Pollock que também só sabia espalhar tinta pelo chão, mas a especialidade do nosso herói era mais espalhar sangue bichôlo pelo chão de maneira a criar manchas tão bonitas quanto o arco íris anal da Transilvânia contemporânea infestada de vampiros crespuscólianos azeiteiros que nada têm a ver com esta história pois entramos numa fase completamente nonsense que todos adoram e ainda por cima a Floribela é a maior.

Nisto Canéah começa a sentir o chão vibrar, algo fora do normal, até mesmo no Inferno, e só podia significar duas coisas, ou era um sismo ou "Satánas" a chegar.
Como a primeira parecia ser muito estúpida para ser verdade ficou-se pela hipótese 100% provável comprovada pelos ancestrais monges do Olimpo que sempre entram em contacto com Zeus às sextas feiras enquanto passa o programa mais fixe da televisão portuguesa com a Júlia Pinheiro e um coninhas qualquer inglesa que falar com espiritos andantes que colocam as suas próprias da própria pessoa deles nos ombros alheios dos seus familiares que ainda têm a desgraça de estarem vivos neste raio de mundo que só os emos conseguem enfrentar usando duas tácticas: a) atravessando a estrada e; b) descendo a serra.

E para sua admiração, era mesmo "Satánas" que estava a chegar, então, rapidamente, sacou da sua MT Assault FX Ultra Kill Ferreira Torres M-16,120º preparando-se para o pior.

Esta criatura, fundadora e proprietária do Inferno, acabara de surgir detrás de um rochedo também ele de tom rosa, e como era o rochedo rosa? Ninguém sabe, talvez fosse obra do demónio.

Canéah nem deixou aquele animal de 3 metros pronunciar-se visto que quando o nosso herói olhara para ele, observara que vinha vestido como um travesti, com uma saia de renda rosa, meias de vidro rosa, top justinho com nó por cima do "imbigo" também ele rosa e um lencinho na cabeça, adivinhem a cor. Amarelo pois claro, mas ás pintinhas rosas.

Como o menino de Bársea não gostou do que viu, disparou logo um rocket que estourara mesmo na fuça do "Satánas" mas este panisgas, além de ser gay, riu-se daquilo e berrou bem alto "BOULA DE FOUGO! GIGAAAAANTTE!!!". Das suas mões, com uma manicura particularmente e ao mesmo tempo excelentemente bem feita, saiu um projéctil de forma arredondada em chamas que se dirigia para o o nosso herói.

Canéah trocou o modo da sua MT Assault FX Ultra Kill Ferreira Torres M-16,120º para ultra rajada sónica, o que provocou a desintegração da boula de fougo gigante. Salvando-se assim da sua segunda morte graças à sua astúcia astuciosa.

Não querendo aguardar mais por um desfecho emocionante Canéah activou o modo "Mini Projéctil Nuclear Capaz De Destruir Demónios Demoníacos". Pareceu-lhe ser a descrição indicada para o momento de terror que estava a decorrer.

Mirou, premiu o gatilho e vrrrrrrsshhhhhhh! O projéctil saiu disparado do cano secundário extra largo XXXXXXXL obeso da MT Assault FX Ultra Kill Ferreira Torres M-16,120º e foi directo ao "Satánas". Este abriu a sua boca e engoliu o projéctil nuclear.

Minutos depois arrotou uma névoa esverdeada capaz de desintegrar diamante.

Vendo o fim daquela batalha cada vez mais perto, e não para seu beneficio, Canéah submeteu-se a um acto extremamente desesperante, rezou a Deus para que o ajudasse e, subitamente, a sala enche-se de luz incandescente capaz de cegar qualquer besta suficiente esperta para olhar directamente para ela.

Sem dizer uma única palavra, Deus colocou-se ao lado de Canéah sem amarrotar o seu smoking e de imediato Canéah percebeu o plano. Os dois esticaram os seus braços e berraram qualquer coisa que não perceptível nem ao autor, pois o estrondo que se segue é de tal maneira ensurdecedor que nem o autor o consegue descrever pelo meio de palavras que possam sequer transmitir a sensação e feeling daquela explosão luminosa que desintegrou por completo a bicha homossexual que era "Satánas".



Tinha acabado, a guerra contra o Inferno infernal acabara naquele instante, "Satánas" desaparecera para grande felicidade daquela dupla bombástica que nunca ninguém pensou sequer ver junta, um herói Barseênse e um ícone da Religião Cristã.



E do nada, Deus evapora-se. Canéah pensou que tivesse ido tratar da papelada para ele voltar para Bársea mas parece que se enganou. Quando já tinha perdido a fé, Deus aparece de novo e toca-lhe no ombro, tal e qual os espíritos naquele programa da Júlia Pinheiro que falamos ainda há pouco.

Este fez com que viajassem no espaço, mas não bem para onde Canéah desejou, certamente aquilo não era Bársea, muito menos algo que sequer se pudesse comparar a tal.

Canéah estava revoltado, e para piorar a situação, Deus também tinha desaparecido. Naquele dia jurou vingança...








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