
- Prólogo -
Bársea Do Obelha E Alubiada era uma localidade cheia de encanto, uma "peisagem" fantástica quase surreal, os campos com os seus aromas aromatizados onde as colheitas eram prósperas, as crianças brincavam na terra enquanto comiam a mesma, os adultos trabalhavam nos campos para garantir o sustento de toda a sociedade Barseênse que dependia fielmente do que a terra oferecia, os habitantes de idade mais avançada serviam de conselheiros que ainda por "cimia" tratavam de todas as questões políticas daquela região.
Embora fosse um lugar de encantos, esta tinha presenciado uma história sangrenta, cheia de horror e que para sempre apavorará as mentes de todos os que ouviram.
A história de um jovem de idade juvenil que assassinou a sangue frio e brutalmente o seu querido papai. A história de um ser que buscava um propósito de vida e que infelizmente fez as escolhas erradas.
Estas traçaram o destino seguinte de tal personagem, história essa que será contada de seguida e que revela o destino de Canéah depois do seu suicídio.
- Portal do Inferno -
Canéah recupera a sua consciência e encontra-se a si mesmo na sua pessoa pessoal num vortex infinito e fantasticamente turbulento.
Parecia estar num igualmente fantástico carrossel infantil com os cavalinhos, elefantes, bichôlos, cãezinhos, todos esses animais que eram passivos de montar quando eram constituídos de plástico e proporcionavam uma alegria infinita às criancinhas, fossem elas de Bársea Do Obelha E Alubiada ou de outra parte qualquer do universo na sua maior parte infinito com comprimento indeterminável.
Mas este não era um carrossel estúpido como esses, este era um carrossel infernal, mortífero e letal (lol).
O nosso herói podia observar outras almas condenadas a tamanha turbulência dentro daquele vortex que parecia não ter fim, pensou para si mesmo "C***lho!!! Como vou sair desta merd*?!?" e eis que um raio de luz penetra por aquela imensidão de vento circundante assim como um pénis penetra uma vagina ou um ânus ou então como uma Knifa Barseênse penetra um ventre, fica ao vosso critério.
Uma mão de proporções épicas celestiais surge do feixe de luz incandescente, movendo-se entre as almas dos condenados mexendo e remexendo como um cego procurando o seu caminho. Estilhaçava aqueles em que tocava como se não fossem merecedores de tamanho contacto com tal parte corporal.
Canéah encontrava-se completamente apavorado, mal sabia ele que se ainda estivesse vivo neste momento teria borrado completamente a fralda, ao ver aquela massa corpórea a dirigir-se no seu caminho. "É o fim..." suspirou, e quando pensava que tudo tinha acabado a mão agarrou-o como se declarasse que este lhe pertencia ou seja como se estivesse na sua posse possuída.
O menino de Bársea foi sugado pelo feixe de luz, perdendo a consciência uma vez mais enquanto viajava por este como uma laranja atingindo a velocidade quântica no espaço.
...
Uma sala iluminada de maneira exagerada como se procurasse transmitir divindade. As paredes eram brancas, não existiam portas, muito menos janelas. Não havia por onde fugir, parecia que estava perdido numa imensidão de brancura que nem o próprio Skip conseguía proporcionar.
Restava-lhe agora esperar, esperar, esperar, esperar, esperar, esperar, esperar, esperar, e eis que novamente aquele feixe de luz lhe surge à frente, mas desta vez não sentiu medo, em vez disso encheu-se de coragem pronto para enfrentar o que de lá surgisse, mesmo sendo a mão que tinha visto anteriormente ou outra coisa feroz pronta a pôr um ponto final à sua estadia naquele lugar.
Uma figura saiu daquele feixe de luz reluzente e misteriosa, apresentava-se com um smoking preto e os seus longos cabelos brancos seguravam-lhe os ombros, a barba escorregava-lhe pelo peito, trazia uns óculos negros que o faziam cagar alto style.
Da sua boca saíram as palavras "Bem vindo ao outro mundo pow", Canéah exclamou bem alto "NÃAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
AAAAAAAAAAAAAAAAOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO (engole a saliva que se acomulou na sua "bouca" e prossegue)
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!"
Confirma-se, estava mesmo morto, mas também que estava ele à espera, ele tinha-se suicidado, 'ca burro.
A figura que se apresentava à sua frente fez questão de o informar que a sua estadia naquele lugar poderia ser de curta duração de tempo limitado relativamente curto.
Canéah via ali a sua hipótese de voltar a ser livre, mas seria ele digno de voltar para Bársea? Seria-lhe atribuída tamanha hipótese? Receou o pior.
De qualquer maneira, quem seria aquela figura misteriosa que lhe revelava que a sua estadia naquele lugar fora do normal provavelmente pouco banal onde ele pudesse fazer um bacanal poderia ser de pouco tempo? Canéah sentiu-se tentado em perguntar, mas hesitou, decidiu conter a sua curiosidade para uma altura mais apropriada, limitando-se agora a ouvir o que aquele estranho tinha para lhe dizer.
Canéah, começou assim o discurso da personagem misteriosa que ninguém sabe até agora quem é a não ser que tenham lido mais para baixo antes de lerem isto feitos burros estúpidos que sabem muito bem que ler spoilers não tem piada nenhuma mas mesmo assim continuam a cometer tamanha estupidez que vos impossibilita de obterem uma leitura cheia de experiências novas, requintadas e repêtaculares como é o caso desta obra prima da literatura Portuguesa, a qual, dentro de uns aproximados relativamente vinte anos, será leccionada nas escolas de toda a nação tuga. A personagem mítica que como já referido ninguém conhece fez o favor de informar o nosso herói Barseênse de que poderia sair daquele lugar, mas apenas com uma condição, submeter-se a trabalhos forçados com a remota mas enorme hipótese de ser violado por outros “recolusos” que por ali vadiassem também.
“Ou por outro lado, aceitar uma missão de extrema importância importante que já temos reservada para ti desde o infeliz dia em que eu programei o teu nascimento.” Proferiu a sábia criatura.
“Programou?” perguntou Canéah com uma certa indignação. “Quem ser você seu animal?” Ripostou o nosso menino de Bársea.
“Animal? Animal? Quem pensas tu que és? O grande herói de Bársea Do Obelha E Alubiada que matou o seu papi de maneira brutal e sem piedade?”
Canéah encolheu-se, aquela memória não era de maneira alguma confortável para ele, embora fosse um drogado, alcoólico, toca, analfabeto e demente, tinha plena consciência da maldade dos seus actos.
Levado na altura pela ganância e pelo medo de ser reconhecido como panisgas pelos outros habitantes de Bársea Do Obelha E Alubiada, chegou à loucura de assassinar o seu paizinho a sangue frio sem qualquer tipo escrúpulos.
Agora arrependia-se dos seus actos, pensando seriamente em seguir a tendência emo, que parece ser a nova moda dos adolescentes panisgas nos outros planetas, mas não em Bársea, que como já sabem é terra di homem macho kra!
Cortar os seus pulsos parecia agora ser uma atitude tentadora mas rapidamente afastou esta ideia do seu “subsconsiciante”.
“Eu perdoo-te” disse a figura celestial magica de envergadura ancestral.
“Hein?” soltou o Canéah. “Mas você lê os pensamentos do narrador/autor desta bosta fétida?”
A figura riu-se e respondeu “Nem tu sabes quanto meu rapaz, quiçá não me reconhecerás de algum lado?”
“Não” respondeu o nosso herói com tremenda fúria sem pensando uma primeira vez quanto mais por uma segunda.
“Faz um esforço seu animal, pensa nas escrituras e imagens Barseênses que podes encontrar nas Catedrais Barseênses.”
Canéah vasculhou a sua memória tão rápido e profundamente quanto conseguía. Pensou, pensou e pensou mais ainda num esforço que ninguém conseguiria compreender.
Provavelmente teria sido uma das poucas vezes em que Canéah usufruiu do poder do seu pequenino cérebro.
“Já sei!!! Você é… é… ééééééé….. é…….., não faço ideia.” Afirmou com o maior desprezo que poderia revelar.
A figura mítica empunhou um raio de luz na sua mão e atirou-lhe mesmo à benta! Shhhhhhhhpáááááh! “Mesmo na fuça seu animal!” soltou. “Eu sou Deus!!! O todo poderoso!! E é melhor começares a respeitares-me, não vás querer um dia destes acordar com uma vagina no lugar do teu minúsculo coiso.” Riu-se.
O nosso herói borrou-se todo, incrédulo da sua própria burrice pessoal, ainda por “cimia” por não ter reconhecido sequer Deus, um ilustre sex “simble”.
De qualquer maneira Canéah nunca foi um homem de religião, sempre foi mais virado para o álcool e tal.
“Deixando as apresentações de lado, a proposta que eu tenho para te fazer seu bovino é, em troca de um pequeno favorzinho à nossa comunidade cristã, tu poderás voltar para a tua terrinha fenomenal que é o meu maior orgulho desde que criei a vida, Bársea Do Obelha E Alubiada”.
Canéah ficou felicíssimo com tal novidade, esteve prestes a levar a cabo a sua dança estúpida de vitória, mas mais uma vez soube conter-se para não obrigar Deus a executar um facepalm.
“E qual seria esse “pequeno favorzinho”?” perguntou o nosso jovem.
“Bem… tudo o que terias de fazer seria descer ao mundo das almas pecadoras para iniciar a tua viajem até ao Cerco, uma das localidades mais infernais do Inferno, onde reside o teu objectivo. A pessoa/animal que irás ter de matar por nós, ou seja, tu cagas as mãos, e nós usufruímos dos proveitos do serviço”
“E quem é essa pessoa/animal a qual terei de colocar um ponto final na sua vida miserável desprovida de qualquer propósito?”
Deus respondeu “Nada mais nada menos que o nosso conhecido “Satánas” o cornudo.”
“O cornudo? Ele é descendente de alguma raça de bovinos infernal?”
“Não, simplesmente durante uma relação puseram-lhe os cornos” respondeu o todo o poderoso soltando uma leve gargalhada.
Canéah riu-se, mesmo sem ter entendido alguma coisa daquela explicação.
Voltando às informações “Iniciarás a tua jornada imediatamente, ou assim que eu quiser, mas o mais provável é ser quando eu acabar de falar. Mas acabando com os detalhes, terás de matar o MC “Satánas”, aí serás automaticamente teletransportado de volta o nosso “spot” e nós enviamos-te de volta para Bársea, não tem nada que enganar, fazes o trabalho e nós recompensamos-te, tens a minha palavra divina, afinal eu sou Deus!”
“Muito bem “brow”, gostaria de iniciar imediatamente a minha demanda”.
“Assim seja meu filho” Deus tirou um comando de um único botão, sabe-se lá bem de onde, e pressionou este único botão.
Um alçapão abriu-se mesmo ao lado de Canéah. “Boa sorte Canéazinho” disse o mestre.
“Daoun’te uorri, Ai’ll bi beck!”
Deus leva a mão à testa executando um perfeito facepalm, de seguida espeta uma biqueirada, que só poderia ter sido executada por alguém muito experiente neste ramo da pancadaria, empurrando assim Canéah pelo alçapão dando início à sua viagem extremamente épica.
...
Canéah faz uma aterragem desastrosa caindo mesmo de cu num rochedo bicudo, a dor foi tanta que não é possível transmitir nestas páginas, post, mensagem, como queiram seus esquisitinhos da net.
Erguendo-se este visualiza algo que se assemelha com um portão enorme, teria aproximadamente uns vinte metros, pintado de vermelho vivo com vestigios de ferrugem, por cima dele encontrava-se uma inscrição "Perdei toda a esperança, ó vós que entrais!".
O nosso herói borrou-se todo, estava definitvamente em frente ao Portal do Inferno que lhe daria acesso ao caminho para o Cerco.
Este abriu-se de seguido como se aguardasse há muito muito tempo por ele.
Levando um pé para a frente, Canéah inicia a caminhada para atravessar o Portal, poucos sabem o que poderá ser encontrado lá dentro, apenas eu sei até porque sou o autor mas mesmo assim ainda nem pensei nisso, por isso acompanhem os próximos volumes pois vão ser do “escar*lh*”!!!!
Canéah recupera a sua consciência e encontra-se a si mesmo na sua pessoa pessoal num vortex infinito e fantasticamente turbulento.
Parecia estar num igualmente fantástico carrossel infantil com os cavalinhos, elefantes, bichôlos, cãezinhos, todos esses animais que eram passivos de montar quando eram constituídos de plástico e proporcionavam uma alegria infinita às criancinhas, fossem elas de Bársea Do Obelha E Alubiada ou de outra parte qualquer do universo na sua maior parte infinito com comprimento indeterminável.
Mas este não era um carrossel estúpido como esses, este era um carrossel infernal, mortífero e letal (lol).
O nosso herói podia observar outras almas condenadas a tamanha turbulência dentro daquele vortex que parecia não ter fim, pensou para si mesmo "C***lho!!! Como vou sair desta merd*?!?" e eis que um raio de luz penetra por aquela imensidão de vento circundante assim como um pénis penetra uma vagina ou um ânus ou então como uma Knifa Barseênse penetra um ventre, fica ao vosso critério.
Uma mão de proporções épicas celestiais surge do feixe de luz incandescente, movendo-se entre as almas dos condenados mexendo e remexendo como um cego procurando o seu caminho. Estilhaçava aqueles em que tocava como se não fossem merecedores de tamanho contacto com tal parte corporal.
Canéah encontrava-se completamente apavorado, mal sabia ele que se ainda estivesse vivo neste momento teria borrado completamente a fralda, ao ver aquela massa corpórea a dirigir-se no seu caminho. "É o fim..." suspirou, e quando pensava que tudo tinha acabado a mão agarrou-o como se declarasse que este lhe pertencia ou seja como se estivesse na sua posse possuída.
O menino de Bársea foi sugado pelo feixe de luz, perdendo a consciência uma vez mais enquanto viajava por este como uma laranja atingindo a velocidade quântica no espaço.
...
Uma sala iluminada de maneira exagerada como se procurasse transmitir divindade. As paredes eram brancas, não existiam portas, muito menos janelas. Não havia por onde fugir, parecia que estava perdido numa imensidão de brancura que nem o próprio Skip conseguía proporcionar.
Restava-lhe agora esperar, esperar, esperar, esperar, esperar, esperar, esperar, esperar, e eis que novamente aquele feixe de luz lhe surge à frente, mas desta vez não sentiu medo, em vez disso encheu-se de coragem pronto para enfrentar o que de lá surgisse, mesmo sendo a mão que tinha visto anteriormente ou outra coisa feroz pronta a pôr um ponto final à sua estadia naquele lugar.
Uma figura saiu daquele feixe de luz reluzente e misteriosa, apresentava-se com um smoking preto e os seus longos cabelos brancos seguravam-lhe os ombros, a barba escorregava-lhe pelo peito, trazia uns óculos negros que o faziam cagar alto style.
Da sua boca saíram as palavras "Bem vindo ao outro mundo pow", Canéah exclamou bem alto "NÃAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
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A figura que se apresentava à sua frente fez questão de o informar que a sua estadia naquele lugar poderia ser de curta duração de tempo limitado relativamente curto.
Canéah via ali a sua hipótese de voltar a ser livre, mas seria ele digno de voltar para Bársea? Seria-lhe atribuída tamanha hipótese? Receou o pior.
De qualquer maneira, quem seria aquela figura misteriosa que lhe revelava que a sua estadia naquele lugar fora do normal provavelmente pouco banal onde ele pudesse fazer um bacanal poderia ser de pouco tempo? Canéah sentiu-se tentado em perguntar, mas hesitou, decidiu conter a sua curiosidade para uma altura mais apropriada, limitando-se agora a ouvir o que aquele estranho tinha para lhe dizer.
Canéah, começou assim o discurso da personagem misteriosa que ninguém sabe até agora quem é a não ser que tenham lido mais para baixo antes de lerem isto feitos burros estúpidos que sabem muito bem que ler spoilers não tem piada nenhuma mas mesmo assim continuam a cometer tamanha estupidez que vos impossibilita de obterem uma leitura cheia de experiências novas, requintadas e repêtaculares como é o caso desta obra prima da literatura Portuguesa, a qual, dentro de uns aproximados relativamente vinte anos, será leccionada nas escolas de toda a nação tuga. A personagem mítica que como já referido ninguém conhece fez o favor de informar o nosso herói Barseênse de que poderia sair daquele lugar, mas apenas com uma condição, submeter-se a trabalhos forçados com a remota mas enorme hipótese de ser violado por outros “recolusos” que por ali vadiassem também.
“Ou por outro lado, aceitar uma missão de extrema importância importante que já temos reservada para ti desde o infeliz dia em que eu programei o teu nascimento.” Proferiu a sábia criatura.
“Programou?” perguntou Canéah com uma certa indignação. “Quem ser você seu animal?” Ripostou o nosso menino de Bársea.
“Animal? Animal? Quem pensas tu que és? O grande herói de Bársea Do Obelha E Alubiada que matou o seu papi de maneira brutal e sem piedade?”
Canéah encolheu-se, aquela memória não era de maneira alguma confortável para ele, embora fosse um drogado, alcoólico, toca, analfabeto e demente, tinha plena consciência da maldade dos seus actos.
Levado na altura pela ganância e pelo medo de ser reconhecido como panisgas pelos outros habitantes de Bársea Do Obelha E Alubiada, chegou à loucura de assassinar o seu paizinho a sangue frio sem qualquer tipo escrúpulos.
Agora arrependia-se dos seus actos, pensando seriamente em seguir a tendência emo, que parece ser a nova moda dos adolescentes panisgas nos outros planetas, mas não em Bársea, que como já sabem é terra di homem macho kra!
Cortar os seus pulsos parecia agora ser uma atitude tentadora mas rapidamente afastou esta ideia do seu “subsconsiciante”.
“Eu perdoo-te” disse a figura celestial magica de envergadura ancestral.
“Hein?” soltou o Canéah. “Mas você lê os pensamentos do narrador/autor desta bosta fétida?”
A figura riu-se e respondeu “Nem tu sabes quanto meu rapaz, quiçá não me reconhecerás de algum lado?”
“Não” respondeu o nosso herói com tremenda fúria sem pensando uma primeira vez quanto mais por uma segunda.
“Faz um esforço seu animal, pensa nas escrituras e imagens Barseênses que podes encontrar nas Catedrais Barseênses.”
Canéah vasculhou a sua memória tão rápido e profundamente quanto conseguía. Pensou, pensou e pensou mais ainda num esforço que ninguém conseguiria compreender.
Provavelmente teria sido uma das poucas vezes em que Canéah usufruiu do poder do seu pequenino cérebro.
“Já sei!!! Você é… é… ééééééé….. é…….., não faço ideia.” Afirmou com o maior desprezo que poderia revelar.
A figura mítica empunhou um raio de luz na sua mão e atirou-lhe mesmo à benta! Shhhhhhhhpáááááh! “Mesmo na fuça seu animal!” soltou. “Eu sou Deus!!! O todo poderoso!! E é melhor começares a respeitares-me, não vás querer um dia destes acordar com uma vagina no lugar do teu minúsculo coiso.” Riu-se.
O nosso herói borrou-se todo, incrédulo da sua própria burrice pessoal, ainda por “cimia” por não ter reconhecido sequer Deus, um ilustre sex “simble”.
De qualquer maneira Canéah nunca foi um homem de religião, sempre foi mais virado para o álcool e tal.
“Deixando as apresentações de lado, a proposta que eu tenho para te fazer seu bovino é, em troca de um pequeno favorzinho à nossa comunidade cristã, tu poderás voltar para a tua terrinha fenomenal que é o meu maior orgulho desde que criei a vida, Bársea Do Obelha E Alubiada”.
Canéah ficou felicíssimo com tal novidade, esteve prestes a levar a cabo a sua dança estúpida de vitória, mas mais uma vez soube conter-se para não obrigar Deus a executar um facepalm.
“E qual seria esse “pequeno favorzinho”?” perguntou o nosso jovem.
“Bem… tudo o que terias de fazer seria descer ao mundo das almas pecadoras para iniciar a tua viajem até ao Cerco, uma das localidades mais infernais do Inferno, onde reside o teu objectivo. A pessoa/animal que irás ter de matar por nós, ou seja, tu cagas as mãos, e nós usufruímos dos proveitos do serviço”
“E quem é essa pessoa/animal a qual terei de colocar um ponto final na sua vida miserável desprovida de qualquer propósito?”
Deus respondeu “Nada mais nada menos que o nosso conhecido “Satánas” o cornudo.”
“O cornudo? Ele é descendente de alguma raça de bovinos infernal?”
“Não, simplesmente durante uma relação puseram-lhe os cornos” respondeu o todo o poderoso soltando uma leve gargalhada.
Canéah riu-se, mesmo sem ter entendido alguma coisa daquela explicação.
Voltando às informações “Iniciarás a tua jornada imediatamente, ou assim que eu quiser, mas o mais provável é ser quando eu acabar de falar. Mas acabando com os detalhes, terás de matar o MC “Satánas”, aí serás automaticamente teletransportado de volta o nosso “spot” e nós enviamos-te de volta para Bársea, não tem nada que enganar, fazes o trabalho e nós recompensamos-te, tens a minha palavra divina, afinal eu sou Deus!”
“Muito bem “brow”, gostaria de iniciar imediatamente a minha demanda”.
“Assim seja meu filho” Deus tirou um comando de um único botão, sabe-se lá bem de onde, e pressionou este único botão.
Um alçapão abriu-se mesmo ao lado de Canéah. “Boa sorte Canéazinho” disse o mestre.
“Daoun’te uorri, Ai’ll bi beck!”
Deus leva a mão à testa executando um perfeito facepalm, de seguida espeta uma biqueirada, que só poderia ter sido executada por alguém muito experiente neste ramo da pancadaria, empurrando assim Canéah pelo alçapão dando início à sua viagem extremamente épica.
...
Canéah faz uma aterragem desastrosa caindo mesmo de cu num rochedo bicudo, a dor foi tanta que não é possível transmitir nestas páginas, post, mensagem, como queiram seus esquisitinhos da net.
Erguendo-se este visualiza algo que se assemelha com um portão enorme, teria aproximadamente uns vinte metros, pintado de vermelho vivo com vestigios de ferrugem, por cima dele encontrava-se uma inscrição "Perdei toda a esperança, ó vós que entrais!".
O nosso herói borrou-se todo, estava definitvamente em frente ao Portal do Inferno que lhe daria acesso ao caminho para o Cerco.
Este abriu-se de seguido como se aguardasse há muito muito tempo por ele.
Levando um pé para a frente, Canéah inicia a caminhada para atravessar o Portal, poucos sabem o que poderá ser encontrado lá dentro, apenas eu sei até porque sou o autor mas mesmo assim ainda nem pensei nisso, por isso acompanhem os próximos volumes pois vão ser do “escar*lh*”!!!!
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