sábado, 9 de outubro de 2010

Canéah Chronicles - Vol.3 - 1ª Saga


E eis que a fantástica saga volta, desta vez para dar uma conclusão ambiciosa o suficiente ao ponto de chegar a ser fantástica ao fantástico enredo desta magnífica série de obras cheias de bons momentos.

Vamos lá situar-nos nesta mirabolante história:

"Canéah era um jovem (...) era bandido (...) zoofilo (...) e deparou-se com uma pergunta fantástica (...) "Hmmm?" (...) é isto, (...) este pensa no suicidio (...) enquanto se depara que morrer aos olhos dos Barseênses Do Obelhense Alubiados de tal maneira seria suicídio social (...) não querendo ser reconhecido nem lembrado como "Canéah Sir Panisgas Autista O 1º E Único Tal Ser de Bársea Do Obelha E Alubiada" (...) Canéah decide que irá matar seu papai para por fim de vez à horripilante confusão mental dentro da sua cabeça."


Agora continuemos.



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Canéah Chronicles - Vol.3 Canéah's Destiny
(INGLÊS TÉCNICO DOMINA EM BÁRSEA!)
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A vida tem muitos significados, mas para o nosso herói, Canéah, o mítico enrrabador de Obelhas, apenas tem um... ser reconhecido como um fantástico assassino de Bársea Do Obelha E Alubiada, que são desde cedo treinados para completarem sempre com sucesso as mais complicadas, mirabolantes, extraordinárias e complexas missões que em cada uma destas os jovens de Bársea Do Obelha E Alubiada correm um risco fatal que os põe perante a figura negra da Morte, pois, se fosse noutro planeta senão Bársea Do Obelha E Alubiada a figura da Morte seria rosa choque, mas como Bársea Do Obelha E Alubiada é um planeta de machos tal coisa não acontece.

Para tal este decide matar seu papai, papi, papa, paizinho querido e amado a qual o seu amor apenas compete com Deus! O TODO PODEROSO!

Canéah engendra um plano maquiavélico capaz de pôr fim a qualquer vida que caminha em qualquer planeta, visto que Bársea Do Obelha E Alubiada é um planeta que se situa no fantástico sistema machoar, quer seja em uma, duas, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, novo, dez, onze, doze, treze, quatorze, quinze, dezasseis, dezassete, dezoito, dezanove, vinte (...) mil, mil e uma (...) infinito arredondado ao cubo multiplicado ao quadrado de nove arestas dividido em dezanove vezes seis raiz quadrada de 3,14 patas.

Este rapaz, que se encontrava a um passo do abismo do suicídio consegue tomar a iniciativa de recomeçar a sua vida a partir do -1, ao contrário de muitos emos que quando se apercebem já estão sentados no colinho do Diabo. Canéah encontra a solução nos seus pensamentos mais profundos e remotos nos quais busca inspiração para obter uma maneira simples, genial, ao mesmo tempo complexa e nada de especial de matar o seu adorado papai.

Assim será visto como um herói aos olhos dos Barseênses Do Obelhense Alubiados pois noutros planetas diz-se que um rapaz se torna homem quando o pai o leva às p*tas, noutros é quando lhe nascem os primeiros pêlos púbicos, mas em Bársea Do Obelha E Alubiada não, um rapaz torna-se homem quando comete o seu primeiro homicídio, de preferência qualificado.

Canéah parte em direcção do lugar mais remoto de Bársea Do Obelha E Alubiada onde habita, na sua casa habitada, o seu papai o qual o nome não deve ser pronunciado Z-É-M-A-N-É-L-D-E-B-Á-R-S-E-A-D-O-O-B-E-L-H-A-E-A-L-U-B-I-A-D-A.

Mal sabe este homem o que o futuro negro lhe reserva, pois noutro planeta qualquer o futuro deste homem seria rosa choque, algo que não acontece no país Bársea Do Obelha E Alubiada.

Triste ter o fim de morrer pelas mãos do próprio filho, um mero objecto que saiu da vagina de uma ordinária qualquer de Bársea Do Obelha E Alubiada, no qual teve de investir dinheiro para a educação falhada deste rapaz, comida, habitação, dorgas, higiene, álcool, dorgas, tabaco, álcool, dorgas, dorgas, dorgas, dorgas. É triste mesmo acabar assim.

Voltando ao nosso heroi dos sete mares, de toda a rosa dos ventos, de mil e uma aventuras e um sol, Canéah o maior de todo o sempre, caminha de cabeça erguida, orgulhoso do que o destino lhe preparou, juntamente com uma trip proveniente de estupefacientes, o caminho da glória para casa do seu pai, apenas uns 1000 km até chegar ao destino, nada o impedirá. Nem mesmo todas as criaturas de Bársea Do Obelha E Alubiada como os cães do inferno selvagens celestiais, ovelhas mutantes, escaravelhos atómicos, gatos raivosos com unhas canivete, papagaios sónicos, Bichôlos vagabundos banidos de Ôlo a terra de onde nenhum homem alguma vez voltou e as perigosas cobras Barseênses, com o veneno mais fatal à face de todo o universo, em que uma única gota é capaz de atravessar todo o corpo humano corroendo tudo que encontra à sua frente deixando nada mais que meros restos que serão completamente aproveitados pelas ovelhas mutantes de Bársea que como todos sabemos são necrófagos carnivoróvegetarianos (do latim necróforium carnivoriumóvegetariuranium) sem qualquer tipo de critério alimentar.

Tirando todos estes perigos a viagem será equivalente a umas fantásticas férias de Verão em Bársea Do Obelha E Alubiada.

Depois de dias extensos de viagens matando brutalmente a alimentando-se, por vezes praticando sexo, dos animais selvagens que encontrou durante a sua peregrinação para a sua salvação da sua sanidade mental a casa do seu papai, Canéah chega finalmente ao seu final destiny.

Aproximando-se lentamente da porta de entrada, sacando da sua estimada arma de assassinato, a knifa Barseênse (uma knifa talhada com enorme perícia nos tempos remotos da idade média onde os mais experientes e fantásticos ferreiros construíam as fantásticas knifas Barseênses especialmente feitas para os assassinos de Bársea, leves mas não menos letais que qualquer arma de qualidade) a estabilidade escorria-lhe pelos dedos enquanto puxava a knifa do seu bolso, passando a língua orgásmicamente pela lâmina, fazendo a promessa sanguinária que tal artefacto não saía daquele lugar remoto sem ser manchada pelo sangue do seu papai.

Cáneah, com um grande efeito de suspanse, bate à porta (knock knock) do outro lado ouve-se o movimento de algo a dirigir-se para a porta, Canéah aperta a knifa Barseênse com toda a força, como se a sua vida dependesse disso, o trinco da porta ressoa no infinito, a maçaneta gira sem controlo, e a porta abre-se com a força incessavel de mil trovões! Canéah e projectado para quilhões de metros de distância, apanhado desprevenido pela força de tal criatura que abrira a porta com tamanha ferocidade.

Um vulto negro afasta-se do negrume do interior da casa, deixando os iluminados raios de sol luminosos aquecerem o seu rosto de uma maneira um tanto sensual, Canéah levanta-se do chão indignado com tal acto de brutalidade, encara a personagem que agora se encontrava visivel graças ao fantásticos raios solares de variados graus positivos de calor proporcionados pelo sol Barseênse.

Eis que Canéah grita, paiziiiiiiiiiiiinho!!!! Hay chegado tu hora coño de mierda!!! E nisto parte para cima do seu paiziiiiiiiinho empunhando a knifa Barseênse como nunca antes tinha sido visto desde a grande batalha pela Terra Média onde a bicha Saurona derrotou todo o mundo simplesmente com um anel paneleiro no dedo.

Canéah disfere um golpe veloz e um tanto fatal que perfura profundamente a carne do seu paiziiiiiiinho, mas o nosso herói vira-se para contemplar tamanho golpe que teria posto um ponto final à vida miserável de seu papai, mas ao virar-se este repara que foi enganado por um Caga bushino no jutso, uma nobre arte ninja ensinada apenas no universo panisgas da vila de Konaorgsmo, onde os ninjazinhos vivem felizes praticando artes sexuais do Konasutra.

Os olhos de Canéah enchem-se de lágrimas (de raiva claro, este planeta não é para panisgas) transformando-se em Super Guerreiro, levanta voo afastando-se do solo rico de Bársea Do Obelha E Alubiada propicio para a plantação de tabaco e os mais variados tipos de dorgas ainda não inventados no planeta Terra.

Pronunciando as palavras do seu possível ataque final, com uma potencia comparável a uma bomba atómica humana proporcionada pelo ingrediente secreto feijoada, KONAAAMEAMEEEAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!, um projéctil gigantesco desenvolve-se nas suas mãos envolvidas em suavidade sensual, ganhando a forma e o tamanho de um sol, Canéah impulsiona tamanho quilhão cósmico contra seu papai.

Os olhos de seu papai, de nome que não deve ser pronunciado, fecham-se levando os seus braços ao rosto numa esperança insignificante de sobreviver a tal ataque devastador.

Sucede-se o impacto estelar e Canéah apenas emite um leve murmúrio, finnito, disse ele, contemplando a obra final, o cadáver de seu papai, ali estendido nas planícies remotas de Bársea Do Obelha E Alubiada como se tivesse sido delicadamente colocado naquela posição por um artista.

Orgulhoso do seu destino, Canéah reza Três Pais Nossos, Dois Avé Marias e lê por cinco vezes a grande obra mítica, A Bíblia, tudo isto perante do cadáver de seu papai como se estivesse num mero acto de gozo perante o esforço desnecessário de seu papi.

Canéah levanta-se, tendo acabado de purificar a sua mente e sanidade mental quando acabou todas as suas acções religiosas, quando ouve algo, uma palavra emitida por algo que se encontrava perante a figura negra da morte (não irei explicar outra vez porque é negra ok?) e eis que ele volta a ouvir, mas desta vez nitidamente, seu papi tinha acabado de expelir da sua boca "Canéah, I lambe you...".

O nosso herói percebe então o que tinha acabado de fazer, tinha fechado todos os laços maternais que possuía com o seu papi, e finalmente entendeu que não era o que os Barseênses Do Obelhense Alubiados pensavam dele que importava, mas sim o amor de seu rico papi, que ele próprio parado ali a olhar para o nada, embora remeta existência, percebeu que a sensação que sentia de vez em quando e que pensava ser o amor maternal de Deus tinha sido sempre o amor maternal de seu Papi, escrito agora com maiúscula, que estivera sempre com ele.

Vendo a merda que tinha feito e não tendo mais para onde ir nem quem pudesse encarar, Canéah começa a caminhar para o nada puxando lentamente a knifa Barseênse e deixando-a deslizar pelo seu pescanhoço, alimentando assim tal lâmina pela última vez com o sangue desta família...


-"EL FIN"-




Deixo as apreciações convosco caros leitores.


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